Quando estava elaborando o post de segunda-feira, fui questionado pela Vitória, que a responsável pelas minhas mídias, por que eu estava usando as palavras Empreendedor e Executivo e não Empreendedora e Executiva?👩🏻💻
A reflexão que ela trouxe questiona o porquê quando pensamos em grandes cargos de chefia em empresas, geralmente estamos pensando em homens e não em mulheres (inclusive este é o reflexo de quando pesquisamos até por imagens na internet!)
É claro que existem mulheres ocupando estes lugares, mas elas ainda são minoria, parece mais difícil, mais raro… o que ainda a fez trazer um segundo raciocínio que eu trago como inquietação para vocês, meus seguidores:
Será que o fato de muitas mulheres não se sentirem valorizadas em seus cargos ou “estagnarem” em suas carreiras dentro das empresas é um motivo em potencial para a avalanche do empreendedorismo feminino?
Grande questionamento que prometo irá render alguns materiais olhando essa realidade feminina no mundo dos negócios.
Informações reveladoras sobre EMPREENDEDORISMO FEMININO:
– O Brasil é o 7º país entre 49, com o maior número de mulheres empreendedoras, tendo aproximadamente 24 milhões
de mulheres
– A idade média das mulheres que são donas de negócio é em torno de 5% menor que a dos homens
– Mulheres empreendedoras possuem escolaridade 16% superior a dos homens empreendedores
– Abertura de negócio por necessidade de uma nova renda é 37% maior entre as mulheres
– Os rendimentos das mulheres empreendedoras são 22% inferiores ao dos homens
– As mulheres procuram menos empréstimos em bancos e tem uma taxa de inadimplência menor do que os homens
– Em torno de 25% das mulheres empreendedoras exercem suas atividades econômicas em home office e 86% delas trabalham sozinhas sem funcionários
*Estudo de Global Entrepreneurship Monitor (GEM) e o SEBRAE (2018).
Mas eu também quero ouvir os questionamentos e reflexões de vocês em relação a isso. Deixem aqui nos comentários!
